Crítica do Livro: Dedé Santana - Eu e meus amigos Trapalhões

30 de agosto de 2012 8 Comente Aqui!



a história de um escada do humor infantil

Alguns articularão que sou insano, demente ou alucinado por ter escolhido “Dedé Santana – Eu E Meus Amigos Trapalhões” para comentar; outros poderão imaginar que sou evangélico, religião do ex-trapalhão Dedé Santana. Errado para os dois supostos motivos de minha escolha. Não sou insano, talvez, apenas um pouquinho irracional ou nostálgico; e não sou evangélico, nem tenho religião.

Quando fui escolher o novo texto para o site pensei em algo leve, tranquilo e que aliviasse minha tensão da atual pressão da universidade. Resolvi, então, solicitar uma dica para um amigo que, sabendo que sou fã dos Trapalhões, me aconselhou a biografia de Dedé Santana. Como fã do quarteto liderado por Didi e assíduo leitor de biografias resolvi aceitar o risco e abri o livro do parceiro de Renato Aragão.

Dedé Santana narra neste livro a sua trajetória contada de uma maneira envolvente, direta, nostálgica e comovente, em alguns momentos. A iminência da morte, a cura, os sobressaltos na carreira, o desemprego, a volta por cima.

A eterna parceria e a amizade com Renato Aragão (Didi), a lembrança de Mussum e Zacarias e as aventuras do Sargento Pincel. O cinema, a carreira internacional, a família, a fama, o amigo Beto Carrero e o apoio irrestrito, nos períodos profissionais mais complicados de Dedé, provindo de Carlos Alberto de Nóbrega.

Pode não ser espetacular, porém, é uma boa opção para quem aprecia retratos sinceros das fragilidades humanas e de reencontros no caminho da felicidade. Indicado também para quem apenas quer uma leitura sobre história do cinema nacional, mesmo que seja por um ângulo de um personagem coadjuvante. Afinal, nem só de protagonistas vive o mundo da arte......e dos palhaços

8 Comente Aqui! :

  • Bússola do Terror disse...

    A grande ´trapaça` que eu achei que o Dedé Santana cometeu foi que ele passou anos e anos esquecido, exilado da mídia, até que o Carlos Alberto de Nóbrega convidou ele pra participar de um quadro da Praça É Nossa. Aí, depois disso, quando ele voltou à mídia, a Globo chamou ele e ele foi correndo pra lá que nem um cachorrinho e cuspindo no prato em que comeu (o SBT).
    Se não fosse pelo SBT ele ainda estaria esquecido até agora.

  • Renata disse...

    Renato...parabéns!!!! Como fã dos Trapalhões e sabendo do seu carinho e amor por eles...fiquei emocionada com as palavras!!
    Realmente, nos faz reviver grandes emoções de uma época linda em nossas vidas: uma infância especial!!!!
    Vale a dica de leitura!! Adorei
    Beijoss com carinho

  • David disse...

    não quero nem ver esse livro na minha frente... não sei nem pq perdi tempo lendo essa critica... que mau gosto...

  • Anônimo disse...

    David gosto não se discute. A opinião de cada um sobre qualquer assunto deve ser respeitada.


    Renato Alves

  • Anônimo disse...

    Concordo com você Renato...gosto não se discute sobre nenhum assunto. Cada um tem sua opinião e deve ser respeitada, independente de nossos gostos. Inclusive, na hora de colocar um comentário ou criticar algo, o respeito é fundamental.
    Qualquer opinião é válida,desde que com respeito. Infelizmente, nosso caro amigo não entendeu a lição.
    Abraços e elogio seu trabalho.

    Tatiana Villar

  • Anônimo disse...

    Rosália Soares Màrcio Soares Adorei você escrever sobre os trapalhões, lembrou minha infância!!!

 
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